Apenas sorria, pois sua felicidade contagia quem te quer bem e surpreende quem te quer abalar.
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
- E como sabe que o ama?
- Olha, eu o vi chorar. Ao ver aquilo, senti meu coração se partir, aquela necessidade de pegar no colo e cuidar dele feito criança. Queria naquele momento fazer de tudo para pegar a dor que ele estava sentindo, só pra poder ver aquele sorriso encantador novamente. Senti a necessidade de dizer para ele que não está sozinho, que eu estou aqui. Senti a necessidade de passar meus dedos no rosto dele para enxugar as lágrimas que insistiam em cair. Senti a necessidade de abraçá-lo, poder protegê-lo e não deixar que ninguém mais o machucasse. Senti a necessidade de olhar nos olhos dele e dizer o quanto eu o amo. E foi o que eu fiz. Acredite, se isso não é amor, eu não sei o que é.
- Olha, eu o vi chorar. Ao ver aquilo, senti meu coração se partir, aquela necessidade de pegar no colo e cuidar dele feito criança. Queria naquele momento fazer de tudo para pegar a dor que ele estava sentindo, só pra poder ver aquele sorriso encantador novamente. Senti a necessidade de dizer para ele que não está sozinho, que eu estou aqui. Senti a necessidade de passar meus dedos no rosto dele para enxugar as lágrimas que insistiam em cair. Senti a necessidade de abraçá-lo, poder protegê-lo e não deixar que ninguém mais o machucasse. Senti a necessidade de olhar nos olhos dele e dizer o quanto eu o amo. E foi o que eu fiz. Acredite, se isso não é amor, eu não sei o que é.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor pra saúde do que pipoca! Conversa é melhor do que piada. Exercício é melhor do que cirurgia. Humor é melhor do que rancor. Amigos são melhores do que gente influente. Economia é melhor do que dívida. Pergunta é melhor do que dúvida. Sonhar é melhor do que nada.
Às vezes, o que precisamos está tão próximo… Passamos, olhamos, mas não enxergamos. Não basta apenas olhar. É preciso saber olhar com os olhos, enxergar com a alma e apreciar com o coração. O primeiro passo para existir é imaginar. O segundo é nunca se esquecer de que querer fazer é poder fazer, basta acreditar.
Bonito mesmo é quando dois inteiros se encontram. Se engana quem pensa que, para amar deve esquecer de sí e viver somente pelo outro. Na verdade o amor é quando se pensa por dois e resolvem trilhar o mesmo caminho juntos.
Eu apenas espero e torço todos os dias para ver mais uma vez esse seu sorriso, que me alegra e me faz sorrir também.


